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A fábrica de cretinos digitais: Por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais

A Fábrica de Cretinos Digitais do neurocientista francês Michel Desmurget é um alerta sobre os perigos do uso excessivo de telas para crianças e adolescentes.

a fábrica de cretinos digitais pdf
4.8/5

No livro, Desmurget apresenta uma série de estudos científicos que mostram como o uso excessivo de telas pode prejudicar o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças.

Entre os efeitos negativos apontados pelo autor estão:

  • Diminuição do QI: crianças que passam mais tempo em frente às telas apresentam um QI menor do que aquelas que passam menos tempo.
  • Dificuldade de concentração: crianças que passam muito tempo em frente às telas têm mais dificuldade de se concentrar em tarefas escolares e atividades cotidianas.
  • Aumento da impulsividade: crianças que passam muito tempo em frente às telas são mais impulsivas e têm mais dificuldade de controlar suas emoções.
  • Aumento da obesidade: crianças que passam muito tempo em frente às telas são mais propensas a ganhar peso e a desenvolver obesidade.
  • Aumento da depressão e ansiedade: crianças que passam muito tempo em frente às telas são mais propensas a desenvolver depressão e ansiedade.

Desmurget também critica a indústria da tecnologia, que, segundo ele, promove o uso excessivo de telas para crianças sem levar em consideração os riscos envolvidos.

O livro “A Fábrica de Cretinos Digitais” é um alerta importante para pais, educadores e policymakers. Ele mostra que o uso excessivo de telas pode ter consequências graves para o desenvolvimento das crianças.

Aqui estão algumas dicas para reduzir o uso de telas por crianças e adolescentes:

  • Estabeleça limites de tempo para o uso de telas.
  • Ensine seus filhos a usar as telas de forma saudável.
  • Passe tempo de qualidade com seus filhos longe das telas.
  • Exemplifique um uso saudável das telas.

     

    Sinopse:

    Por que os grandes gurus do Vale do Silício proíbem seus filhos de usar telas? Você sabia que nunca na história da humanidade houve um declínio tão acentuado nas habilidades cognitivas? Você sabia que apenas trinta minutos por dia na frente de uma tela são suficientes para que o desenvolvimento intelectual da criança comece a ser afetado?

    O uso da tecnologia digital – smartphones, computadores, tablets, etc. – pelas novas gerações tem sido absolutamente astronômico. Para crianças de 2 a 8 anos de idade, o consumo médio é de cerca de três horas por dia. Entre 8 e 12 anos, a média diária gira em torno de cinco horas. Na adolescência, esse número sobe para quase sete horas, o que significa mais de 2.400 horas por ano, em plena fase de desenvolvimento intelectual.

    Ao contrário do que a imprensa e a indústria da tecnologia costumam difundir, o uso das telas, longe de ajudar no desenvolvimento de crianças e estudantes, acarreta sérios malefícios à saúde do corpo (obesidade, problemas cardiovasculares, expectativa de vida reduzida), ao estado emocional (agressividade, depressão, comportamentos de risco) e ao desenvolvimento intelectual (empobrecimento da linguagem, dificuldade de concentração e memória).

    O neurocientista Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, propõe a primeira síntese de vários estudos que confirmaram os perigos reais das telas e nos alerta para as graves consequências de continuarmos a promover sem senso crítico o uso dessas tecnologias.