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MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS

Manuel Antônio de Almeida

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MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS

Manuel Antônio de Almeida

Sinopse

O Bozo nunca soube a importância do cargo que ocupa. Nunca foi digno dele. Um líder, seja político, empresário, executivo, religioso ou um simples pai, sabe que seu principal papel é promover a Paz e a União entre seus liderados, subordinados ou familiares. Temos que ser “defensores da Paz, fazedores da Paz” como cantamos em um dos hinos da Igreja.
Um líder que comporta-se como este cidadão me lembra muito uma pai desprezível que conheço, cujo esporte favorito é jogar um filho contra o outro. Coisa de doente mental totalmente sem noção. Como está sempre a serviço das trevas, alimenta-se de semear a discórdia.
Qual seria seu papel neste caso de Foz do Iguaçu? Antes de tudo se solidarizar com a família da vítima, coisa que ele não fez. Nenhuma palavra para a viúva e para o filho adulto. Em seguida deveria fazer declarações para acalmar os ânimos e promover a Paz. Ao contrário ele abre a boca para dizer que o outro lado é mais violento e até querer justificar um crime de morte porque a vítima jogou uma pedra no agressor, depois deste ameaçar invadir o evento.
O Brasil nunca teve um líder mais despreparado para o cargo do que esse Sargento de Milícias. Chega logo, 2 de outubro!

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